Como funcionamos
Mais palavras para o que se sente
Em resumoTer mais palavras para o que se sente ajuda a lidar com as coisas, porque as palavras ajudam o cérebro a perceber o que sente.
A ideia
Pessoas que distinguem com mais detalhe o que sentem (por exemplo, ‘frustrado’, ‘desiludido’, ‘impaciente’, em vez de só ‘mal’) tendem a lidar melhor com situações difíceis. As palavras não são etiquetas postas por cima: fazem parte da forma como o cérebro dá sentido ao que se passa. Quanto mais conceitos uma criança tem, mais opções tem para interpretar e para agir.
O que experimentar
- Ligue cada palavra nova a uma situação concreta que a criança viveu.
- Pergunte ‘era mais parecido com quê?’ e ofereça duas ou três opções.
- Leia histórias e pare para perguntar o que a personagem sentiria no corpo.
O erro comum
Ensinar quatro cores ou quatro emoções e esperar que chegue para tudo.
Quer saber mais?
Para começar
Textos curtos e simples dos investigadores e de bons divulgadores.
Livros
O livro de base da teoria da emoção construída: porque é que as emoções não disparam, constroem-se.
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A ciência por trásA força da evidência, o modelo, vídeos e referências.
A força da evidência
Promissor Bons estudos, mas ainda pouco testado com crianças em casa ou na escola, ou a passagem para o dia a dia é interpretação nossa.
Referências
- Kashdan, T. B., Barrett, L. F., & McKnight, P. E. (2015). Unpacking emotion differentiation: transforming unpleasant experience by perceiving distinctions in negativity. Current Directions in Psychological Science, 24(1), 10–16.